sexta-feira, 26 de outubro de 2007

HOTEL DO FAIAL

Frente do Hotel do Faial, de onde se vê o Porto, Marina, Monte da Guia, Monte Queimado,
Epalamaca e mesmo em frente o Pico.
Mais imformações nas postagens seguintes.

Foto e texto: Fernanda
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007

HOTEL FAIAL-HORTA-EDIFÌCIO CIMEIRO VIRADO PARA O MAR


COMO CHEGAR?

Rua Cônsul Dabney - em sentido ascendente, encontra-se do lad0o esquerdo e o acesso faz-se por rua privada do hotel com muros cobertos de hera. Existem igualmente acessos directos desde o centro da cidade: através da Travessa da Ladeira junto ao nº. 76 da Rua das Angústias. A partir da Rua Vasco da Gama, junto ao nº. 34 (através de escadaria ), contornando a casa com esse nº. e seguindo em frente. Antes do início de uma rua asfaltada, virar à direita e subir a rampa até final.

Fotos: Fernanda
Texto:Guia do Património Cultural do Faial
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

HOTEL FAIAL-HORTA-UM HOTEL QUE NA DÉCADA DE 70 - NASCEU DE UM BAIRRO





Várias villas e um edifício principal faziam parte do Bairronda W.U
Mais imformações na postagem que se segue ;

Fotos e Texto: Fernanda
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BAIRRO RESIDENCIAL DA " WESTERN UNION TELEGRAGH CO."

Coonstruído entre 1925 e 1928 pela empresa americana " Stone e Webster ", para alojar o pessoal da companhia americana. Os vários edifícios deste bairro funcionam como unidade hoteleira desde oa anos 70. Hoje em dia chama-se Hotel Faial, tem uma vista priviligíada sobre toda a cidade e a Ilha do Pico.

Foto: Nanda blogue ilhas do mar
Texto: Fernanda e Guia do Património Cultural do Faial
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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

TORRE DO RELÓGIO

Como chegar ao Largo do Relógio ( nome oficial: Largo D. Luís ), a leste do jardim Florêncio Terra. Acessível, entre outras, a partir das ruas transversais à Alameda Barão de Roches.

Foto: Fernanda
Texto:Guia do Património Cultural do Faial
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

TORRE DO RELÓGIO

Esta Torre, de inícios do século XVlll, pertencia à antiga igreja matriz da cidade da Horta, cuja construção se iniciou em 1500, mas que ao longo do tempo passou por variados desastres e calamidades.

Em 1597 foi - como as restantes igrejas e conventos da cidade - incendiada pelos ingleses, comandados por Walter Raleigh, Imediato do Conde de Essex, tendo sido reedificada entre 1607 e 1615. Ao longo dos anos, sofreu os efeitos de vários sismos, pelo que, no final do século
XVIII, não oferecia condições de segurança. Mas os tempos eram revolucionários e o restauro não foi equacionado, tendo sido demolida em 1825. A partir dessa data, a Igreja do Colégio dos Jesuítas passou a exercer as funções de Matriz de São Salvador, para onde foi transportada a respectiva imagem.
O espaço anteriormente ocupado pela igreja é agora um terreno plano, relvado, denominado Largo D. Luís.

Na torre sineira foi inicialmente colocado um relógio adquirido em Inglaterra em meados do século XVIII, mas que recentemente foi substituído por outro. Muito danificada pelo Sismo de 1998, as obras de restauro da Torre do Relógio foram recentemente concluídas.

Foto: Nanda-Blogue Ilhas do Mar
Texto: Guia do Património Cultural do Faial
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sexta-feira, 12 de outubro de 2007

O VULCÃO DOS CAPELINHOS


O vulcão dos capelinhos, que em 27 de Setembro de 1957 alterou para sempre o destino de tantos Açorianos, continua sendo uma atracção para turistas de todo o mundo. Assim todo Faialense emigrado de visita à ILHA regra geral, visita o Vulcão na primeira semana.
Não fiz excepção. Logo no segundo dia fui ao Capelo.
Algumas casas ainda em ruínas e sem tecto de paredes carcomidas pelas intempéries, refletem a desolação e a tristeza dos habitantes que á mais de quatro décadas, foram obrigados a abandonar os seus lares. Já se vêem algumas verduras em áreas que ao tempo ficaram totalmente soterradas pela cinza negra do vulcão.
Continuei o meu trajecto à
volta da ilha, e o aspecto desolador de algumas áeras deixou-me deveras entristecida. Casas e igrejas arruinadas, muros tornados maroiços de pedra,vestígios evidentes dos danos causados pelo sismo de 1998. Marcas óbvias e impressionantes do sofrimento daquelas gentes que na lava quente, moldam a arte da resignação e a coragem de procurarem no destino conforto para as frequentes tragédias a que estão sujeitos, pela sua condição de ILHÉUS.
Continuei o meu caminho e ao chegar aos Cedros notei a beleza e o número de casas modernas recentemente reconstuídas e que contrastam com tantas outras
que hoje não passam de ruínas, recordações dolorodas da intensidade dos tremores sofridos durante os últimos anos. Fiquuei deveras contente quando para o carro no centro da Praça dos Cedros e vejo o belíssimo Império do Dívino Espírito Santo pintado de fresco para as festas já próximas. Linda também estava a Igreja já restaurada do incêndio de 1971.
Senti-me como uma turista que visitava a ILHA pela primeira vez e sem notar deixei-me invadir por um sentimento nostálgico.
Ao chegar à Cidade da Horta e ao passar pela marina senti uma lágrima rebelde me toldava a vista e,
Assim me despedi
do cantinho onde nasci,
e lá resolvi deixar
sementes a germinar.

Ali eu hei-de colher
os frutos daquele mar
e ei-de ir ao Pátio
para ver as toninhas a bailar.


Foto e texto: Fernanda

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